Desemprego

1.500 vagas a menos na Baixada Santista – Só em Maio/2017

Desemprego

 

Aí fica difícil..

A Baixada Santista registrou um déficit de 1.583 vagas de emprego em carteira assinada em maio deste ano, segundo o levantamento divulgado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) na última terça-feira (20).

Foram 7.600 admissões contra 9.183 demissões efetuadas no mês passado.

Segundo os dados do Caged, Santos, como tem a maior população e o maior número de vagas de emprego, fechou o maior número de postos: 4.138.

Em contrapartida, foi a cidade da região que mais contratou: 3.702, uma variação de -0,27%.

A cidade com menos contratações em carteira assinada, segundo o levantamento, foi Mongaguá.

De acordo com o Caged, foram 89 contratações, contra 154 demissões no município em maio deste ano.

A maior variação (contratações/demissões) aconteceu em Bertioga.

Segundo o Caged, a cidade registrou -2,79% na relação. Ao todo, foram 248 contratações contra 552 demissões. Um saldo de -304 vagas de emprego no município.

A única cidade da região que teve aumento nos postos de emprego, segundo o levantamento, foi Peruíbe.

De acordo com o Caged, foram 298 novas vagas contra 219 demissões no município em maio.

Ilha Diana - Santos

Ilha Diana – Santos

Mapa da Ilha Diana - Santos

Ilha Diana é um bairro localizado na parte continental da cidade de Santos, na confluência dos Rios Sandi e Diana (veja o mapa acima), com acesso somente de barco, que sai em vários horários da estação Santos – Vicente de Carvalho, atrás da Alfandega de Santos, junto à Praça da República (Centro).

Símbolo de resistência, é uma das únicas colônias de pescadores ainda existentes na Baixada Santista.

O lugar começou a ser habitado na década de 40, depois da desapropriação da Vila da Bocaina, localizada em Vicente de Carvalho, distrito de Guarujá.

Seus habitantes deixaram o vilarejo para que fosse construída a pista de pouso da Aeronáutica do Brasil, dando origem à Base Aérea de Santos – BAST.

A fauna e a flora locais constituem-se de espécies típicas de manguezais.

No caso da vegetação, é possível observar o mangue branco e o mangue vermelho e no caso dos animais, uma quantidade – infelizmente já bem reduzida – de espécies de caranguejos, peixes – como robalo, tainha, mero, caratinga e parati, camarões, moluscos – como mexilhões, ostras e mariscos, aves de diversas espécies como garças, guarás, socós, saracuras e colhereiros – e mamíferos como o mão-pelada e a lontra.

Traços da Cultura Caiçara

Apesar da influência dos centros urbanos próximos, a Ilha Diana é um dos raros locais da Baixada Santista onde os traços da cultura caiçara ainda podem ser observados nas técnicas e artefatos utilizados na pesca e no domínio de recursos naturais como o bambu e a madeira que é materializado em objetos, utensílios e artefatos de uso rotineiro.

A esperança que vem com o turismo

Navegar, apreciar a natureza, conhecer a cultura caiçara e comer um prato típico da região.

É possível fazer tudo isso em um único dia na Ilha Diana.

Isolada de centros urbanos, com seus carros, construções e todo tipo de barulho, a “Ilha” é um ambiente de tranquilidade e total simplicidade, com suas casas de madeiras numa região de mangue e restinga, tendo a pesca artesanal como principal fonte de renda e subsistência, conservando os hábitos e a cultura caiçara.

Os moradores “coexistem ao ambiente”, sendo responsáveis por sua conservação (Jornal Santista).

O turismo é provavelmente a última esperança de sobrevivência para a população da ilha, já que a expansão portuária ignorou os impactos ambientais e praticamente acabou com a pesca na região.

Um dos maiores patrimônios históricos da Ilha Diana é a Capela do Bom Jesus de Iguape (que recebeu este nome pelo fato dos primeiros moradores serem naturais de Iguape).

Capela construída pelo esforço coletivo da comunidade, e inerente a sua tradicional festa anual, a “Festa do Bom Jesus”, comemorada no dia 06 de Agosto, que sempre atraiu turistas para a “Ilha”, sendo vital nas atividades econômicas desenvolvidas pelos caiçaras.


(esse vídeo super legal foi feito por esse cara aqui: Wagnão)

Dia Internacional das Mulheres

8 de março tem greve internacional das mulheres

Dia Internacional das MulheresNo próximo 8 de março, quando é celebrado o Dia Internacional da Mulher, mulheres de todo o mundo organizam uma greve geral, contra os retrocessos e pela garantia de direitos. Aqui no Brasil, a principal pauta dos movimentos feministas é a luta contra a reforma da Previdência, que afeta diretamente a vida das mulheres, além da retirada de direitos sociais promovida pelo governo Temer.

A data marca o assassinato de mais de uma centena de mulheres operárias, tecelãs, de uma fábrica de tecidos em Nova Iorque, que organizaram uma greve reivindicando direitos como redução de jornada de trabalho – era de 16 horas diárias -, equiparação de salários com os homens (recebiam em torno de 1/3 do salário de um homem exercendo a mesma função), e tratamento digno no ambiente de trabalho. Os policiais reprimiram a manifestação com extrema violência, trancafiaram – a mando do proprietário – em torno de 130 mulheres na fábrica, que foi incendiada. As guerreiras morreram carbonizadas.

Em muitas cidades, o Poder Público – sempre patriarcal – propõe programações festivas e completamente esvaziadas de conteúdos e reflexões, negligenciando questões de profunda relevância como as discussões sobre o machismo estrutural, que permeia nossas posturas e mentalidades. Oferecem atividades direcionadas à estética – o que não seria um problema se trouxessem em seu bojo propostas de reflexões, por exemplo, sobre o corpo feminino e padrões de beleza -; ou práticas equivocadas que reforçam os estereótipos do que é “trabalho de mulher”, como cursos de corte e costura, confeito de bolo, manicure, etc. Reforço: a contrariedade não está nas atividades em si, mas na distorção ou esvaziamento de significado.

De que adianta oferecer flores e negar direitos? A mais clara ação do machista é negar o próprio machismo. A primeira batalha contra o machismo se trava dentro de cada um de nós.

Não há mais espaço para a hipocrisia. A sociedade civil precisa discutir esta questão, pois é o primeiro passo para transformação das mentalidades. Que o Poder Público assuma sua responsabilidade na luta contra o machismo e promova ações para uma educação crítica sobre o tema, que promova ações que empoderem as mulheres. Pois, enquanto se esvaziam significados e discussões, mulheres continuam a ser oprimidas, vítimas de violência e mortas.

Dia Internacional das Mulheres na Baixada Santista

Santos

Câmara de Santos
Homenagem as Mulheres Santistas de destaque
Dia 8/03, às 9h
Local: Auditório Zenny de Sá Goulart
Lançamento da Campanha Laço Branco
Dia 8/03, às 19h00
Local: Auditório Vereadora Zeni de Sá Goulart, piso térreo. Aberto ao público

Museu do Café
O Núcleo Educativo realizará a Oficina de Autorretrato: “Sou Mulher, logo existo”.
Dia 8/03, às 14h
No sábado, um bate-papo e oficina de desenho: “A figura e o papel da mulher na história da arte”. As atividades são gratuitas. Para visitas agendadas, é necessário se inscrever pelo e-mail educadores@museudocafe.org.br.
Dia 11/03, às 14h

São Vicente

Dinâmica, conscientização e interação entre as mulheres
Dia 8/03 às 19h30
Local: Sede a Associação Comercial (Rua Jacob Emmerich, 1238 – Parque Bitaru).

Cubatão

Bate-papo sobre universo feminino e arte. Participam do encontro: Carlota Cafiero, jornalista da área cultural; Marilda Canelas que abordará gestão cultural; Mô Amorim que vai falar sobre Cultura na Educação; a ilustradora Nice Lopes e a escritora Viveram Távora.
Dia 6/03 às 19h
Local: Bloco Cultural (Praça dos Emancipadores, s/nº). Entrada franca.

Itanhaém

O Fundo Social da cidade irá celebrar a data com um evento onde serão disponibilizados serviços como aferição da pressão arterial, corte de cabelo, maquiagem, manicure, avaliação de peso e orientações da Secretaria de Assistência Social e brindes.
Dia 08/03 das 13h às 17h
Local: Praça Narciso de Andrade

Mongaguá

A Diretoria de Assistência Social (DAS) promoverá, a partir do dia 8, um Curso de Automaquiagem, com extensão durante todo o mês de março. A iniciativa visa trabalhar não só a autoestima das mulheres, mas criar uma fonte de geração de renda para as participantes.
A partir do dia 08/03, das 9h às 11 h
Local: Centro Social de Agenor de Campos (Alameda Itanhaém esquina com a Rua Santa Terezinha)

Bertioga

O Fundo Social de Solidariedade da cidade realizará a 1ª Semana da Mulher. O evento oferecerá massagens, cortes de cabelo, crochê com fios de malha, entre outras atividades.
Dia 06 /03 das 13h às 17h
Local: Espaço Cidadão, Rua José Costa, 138 – Boraceia

Projeto Bem Querer
Dia 07/03 das 13h às 17h
Local: Rua Luiz Otávio, 266 – Vista Linda

Dia 08/03 – Dia Internacional da Mulher
15h00 Yoga
16h00 Dança Salão Conceição
17h00 Alongamento
LOCAL: Tenda de eventos – Av. Thomé de Souza, ao lado do Parque Tupiniquins e Forte São João – centro

Mercado Imobiliário Baixada Santista

O futuro do Mercado Imobiliário na Baixada Santista

Mercado Imobiliário Baixada Santista

O Brasil entrou na pior crise de toda a sua história..

.. se você tem dúvida disso, estude história..

O mercado imobiliário está sendo duplamente castigado, já que estávamos em um processo de esvaziamento da bolha imobiliária brasileira, o que já era um grave problema, quando chegou a profunda crise econômica decorrente, sobretudo, da profunda crise política..

.. ou em outras palavras, o que era ruim ficou muito pior..

Deixo aqui meu respeito às inúmeras imobiliárias que fecharam as portas (ou fecharão no curto prazo).. sem falar nas construtoras..

O fim de um modelo imobiliário

Há que se considerar o caráter subjetivo do que vou expressar a seguir, e desde já declaro bem vindas todas as opiniões sobre o assunto.. de certa forma, estamos todos tateando no escuro.. é uma transição..

Quando nós tínhamos fartura, o ponto alto foi o ano de 2010, o modelo de intermediação imobiliária que imperou foi o da quantidade em detrimento da qualidade.

Para atender a premência do capital, nós deixamos isso acontecer..

Calados assistimos a destruição da profissão de corretor de imóveis..

Não confunda minhas palavras, eu não carrego nenhum preconceito.. mas a distribuição relâmpago de licenças profissionais para estagiários foi um desastre para a categoria..

Em 48 horas qualquer pessoas, mesmo sem nunca ter sequer passado na porta de um imobiliária, se tornava “corretor(a)”.. e ia para o plantão “matar” a venda do corretor que atuava a 5, 10, 20 anos na profissão..

É mais ou menos o que o UBER já está fazendo com os taxistas..

O fato é que no mercado imobiliário esse processo foi criado porque a essência do negócio era volume, imobiliárias passaram a atuar com um monte de corretores e um monte de imóveis..

Todo o mercado virou um feirão..

Eu conheci várias pessoas que nunca haviam vendido um imóvel sequer na vida, e que montaram imobiliária com perfil acima (muito volume, nenhuma técnica)..

Aluga uma sala bem legal, equipa com várias estações de trabalho, notebook, telefone e tal, compra a licença de um software bacana, de preferência aqueles que já se conectam automaticamente aos grandes portais de anúncios, e tome-lhe captar imóvel de qualquer jeito.. fazer número..

Nessa época começaram a surgir vários serviços “estranhos”, como as listas de imóveis para captação, listas de clientes, e coisas do gênero.

O trabalho de corretor virou um telemarketing.. muitos abandonaram a profissão nessa época..

A lógica era criar inúmeras oportunidades, “aparecer” do jeito que der, alguma venda sempre acabava acontecendo (o mercado era comprador)..

.. e é o que bastava para o dono da imobiliária, e principalmente para os bancos (o corretor – de verdade – se lasca nesse sistema)..

.. a esmagadora maioria dos colaboradores era formada por estagiários.. normalmente só o gerente era corretor (e olha lá.. conheci imobiliária sem nenhum corretor)..

Esse modelo acabou.

O futuro do mercado imobiliário na Baixada Santista

Como diz o ditado, há males que vem para o bem..

.. ou, não há mal que dure para sempre..

O mercado imobiliário não vai deixar de existir, claro..

Imóvel é item de primeira necessidade.. de uma forma ou de outra, as pessoas irão comprar e vender imóveis..

E não há o que discutir sobre a importância de um bom profissional para uma compra e venda justa e segura.

Mas agora vai ser mais difícil..

E essa dificuldade será uma “peneira”.. a depressão econômica vai “filtrar” os agentes imobiliários..

Quem entrou no mercado só para “tirar uma casquinha” vai procurar outras oportunidades, talvez dirigir um Uber, virar pastor, sei lá..

Também não suportarão as grandes estruturas.

O que vai imperar será a combinação de consultoria imobiliária (de verdade) com tecnologia.

Talvez um modelo parecido com o que existe nos EUA.

Eu aposto na volta das boas práticas de mercado, e ainda temos a chance de avançar e criar um novo modelo para o Brasil.

Boas práticas ou reminiscências de um velho Corretor de Imóveis?

Pobreza em Santos - SP

Pobreza na Baixada Santista é atestado de incompetência

Pobreza em Santos - SP

O Brasil começou pela Baixada Santista, mas especificamente pelo município de São Vicente.

Colado à São Vicente está o município de Santos, onde fica o Porto de Santos, o primeiro, maior do país e mais movimentado da América Latina.

Um colosso.

Também fica na Baixada o parque industrial de Cubatão, um dos maiores do Brasil.

Além disso, a Baixada Santista possui uma localização privilegiada: coladinha numa das maiores metrópoles do planeta, a cidade mais rica do Brasil: São Paulo.

E os paulistanos amam a Baixada..

Segundo investsantos.com.br, só o município de Santos recebe cerca de 5 milhões de turistas por temporada, que deixam a bagatela de MEIO BILHÃO DE REAIS na cidade.

Não existem dados muito concretos (consolidados) sobre o volume de pessoas em toda a Baixada, desconfio que é para você não se assustar com o lucro das concessionárias (Anchieta e Imigrantes), mas isso é outra história.

O fato é que tanta gente e tanto dinheiro transformaram Santos e Praia Grande nos maiores símbolos da especulação imobiliária no Brasil.

E como se já não bastasse toda essa riqueza, a Bacia de Santos ainda nos deu o Pré – Sal (2010).

Com tanto dinheiro circulando, porque a Baixada Santista sofre?

Tudo isso junto pode nos levar as seguintes perguntas:

Com tanto tempo, tanto dinheiro, como é possível ainda haver pobreza na Baixada?

Como é possível abandonarem São Vicente – SP como se observou nos últimos anos?

Como é possível tanta favela, tanta miséria, tanta insegurança?

A impressão que dá é que a riqueza é muita, mas a distribuição é porca..

.. e o investimento social é nulo, ou muito aquém das possibilidades.. e das obrigações..

E há que se perguntar também: quem é o culpado por essa situação?

Vivemos em uma democracia.. nós escolhemos os gestores..

Afinal de contas, o que estamos fazendo?

Pobreza na Baixada Santista é atestado de incompetência.. nossa incompetência..

Praia Grande

Praia Grande – SP

Praia Grande

Outrora, Praia Grande era menos que um bairro de São Vicente..

Era passagem para o sul.. conhecida como Piaçabuçu ou o Caminho de Conceição do Itanhaém..

Piaçabuçu é o nome do rio que serpenteia a Baixada, entre São Vicente (Mar Pequeno) e Ilha das Caieiras em Praia Grande.

Vila Conceição do Itanhaém era o antigo nome de Itanhaém.

Em 1914 o sanitarista Saturnino de Brito viu concretizada sua ideia de levar o esgoto de Santos para fora da cidade.

Para isso construiu o que hoje conhecemos como a Ponte Pênsil (passagem para os canos que iam até o Morro do Itaipú, para desaguar no mar, em Praia Grande).

Há males que vem para o bem.

A construção da Ponte Pênsil facilitou o acesso das pessoas à Praia Grande. Com isso, os terrenos passaram a ter um maior valor do que tinham antes.

Foi o primeiro “boom imobiliário” da Praia Grande.

Confira trecho de uma carta de Benedito Calixto de Jesus, famoso pintor, professor, historiador, ensaísta da baixada: é nome de rua, escola, etc.:

S.Vicente, 23 de março de 1912

Amigo Narciso,

(…) consta-me que você pretende ir a Conceição*, justamente nestes dias, antes da Páscoa, e portanto veja se pode chegar aqui em nossa casa para conversarmos. Temos muita coisa à falar sobre esses negócios de Conceição e principalmente sobre essas terras de Praia Grande tão procuradas e cobiçadas, agora, pelos homens de negócio (…).

Falaremos, ainda, sobre a sorte desses pobres praianos, nossos patrícios, e sobre o procedimento desse italiano que pretende despojá-los do único bem que possuem: as suas terras.(…)

Calixto”

Em 1967 veio a emancipação.

Em 1979, Paulo Maluf inaugura a Ponte do Mar Pequeno, alternativa para a já saturada Ponte Pênsil, e amplia o acesso de paulistanos ao litoral.

Praia Grande é limpa

Durante muito tempo, a Praia Grande foi conhecida por suas praias sujas e feias. Havia muito preconceito contra a cidade.

Mas em 1993, na administração do prefeito Alberto Pereira Mourão, foi elaborado um projeto para reurbanizar a orla, incentivar o turismo, o comércio e, principalmente, os investimentos na construção de prédios e casas.

Com as reformas, os moradores começaram a valorizar a cidade e a criar com ela uma identidade.

Atualmente o município tem uma população de 300 mil habitantes, em uma área de 147 km², e é uma das praias mais movimentadas do Brasil.

Pesquisas da Dersa e da Ecovias calculam que em média 40% dos veículos que utilizam o Sistema Anchieta-Imigrantes em direção ao litoral têm como destino a cidade de Praia Grande.

Na alta temporada, recebe cerca de 1,5 milhão de turistas (mais de cinco vezes a sua população fixa).

Plataforma de Pesca de Mongaguá

Mongaguá

MongaguáMongaguá é um dos 15 municípios paulistas considerados estâncias balneárias pelo estado de São Paulo, por cumprirem determinados pré-requisitos definidos por Lei Estadual. Tal status garante a esses municípios uma verba maior por parte do Estado para a promoção do turismo regional.

A origem do nome é Tupi Guarani, significa “Águas Pegajosas”, provavelmente em alusão ao ecossistema em torno do Rio Mongaguá.

A cidade tem cerca de 50 mil habitantes em uma área de 137 km², as praias são bem urbanizadas, no conjunto possuem 13 km de extensão, divididos por bairros: Centro, Itaoca, Praia da Vera Cruz e Agenor de Campos. Possui larga faixa de areia escura e batida, boa para “cooper”, bike e caminhadas.

Plataforma de Pesca de Mongaguá

Plataforma de Pesca de MongaguáUma das maiores atrações é a Plataforma de Pesca de Mongaguá, uma estrutura de concreto armado que avança 400 metros sobre o mar, mão na roda para pescadores desembarcados.

Itanhaém

Itanhaém

ItanhaémA 45 anos atrás vi o mar pela primeira vez.

Menino pobre, saído da Cidade Ademar, quebrada de São Paulo, nunca vou me esquecer daquele instante.

O prazer do contato dos pés com a areia, aquele ambiente de praia preservada, a brisa do mar balançando as folhas das palmeiras, a espuma das ondas, tudo aquilo me fez sentir como se estivesse no paraíso..

Sei lá, uma coisa intensa.. como se aquilo fosse o meu mundo.. mexeu com a minha ancestralidade..

Era Itanhaém

Achei o nome esquisito.. e ao mesmo tempo, fascinante..

Vem do Tupi.

Está relacionado com o som das batidas do mar sobre as pedras.

Itá-nha’ẽ. Pedra que Canta ou Pedra que Chora.

O Brasil começou em Itanhaém

É a segunda cidade mais antiga (ano de 1532: em janeiro fundaram São Vicente, em abril, o povoado de Itanhaém).

Hoje o município tem uma população de 95 mil habitantes (2016) em uma área de 599 km², entre Mongaguá e Peruíbe.

Aliás, esses 3 últimos municípios da Baixada Santista, Mongaguá, Itanhaém e Peruíbe são uma espécie de “reserva ambiental e cultural” do litoral sul paulista (à despeito dos vários problemas de urbanização que já enfrentam, e que requerem imediata atenção).

O projeto da Rodovia Parelheiros-Itanhaém pode ser uma oportunidade para transformar o extremo sul do litoral paulista em uma “Punta Del Leste” brasileira.

Desde que combine urbanização com preservação ambiental.

As oportunidades imobiliárias estão ali.

Itanhaém Pedra que Canta
Itanhaém Pedra que Canta