Desemprego

1.500 vagas a menos na Baixada Santista – Só em Maio/2017

Desemprego

 

Aí fica difícil..

A Baixada Santista registrou um déficit de 1.583 vagas de emprego em carteira assinada em maio deste ano, segundo o levantamento divulgado pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) na última terça-feira (20).

Foram 7.600 admissões contra 9.183 demissões efetuadas no mês passado.

Segundo os dados do Caged, Santos, como tem a maior população e o maior número de vagas de emprego, fechou o maior número de postos: 4.138.

Em contrapartida, foi a cidade da região que mais contratou: 3.702, uma variação de -0,27%.

A cidade com menos contratações em carteira assinada, segundo o levantamento, foi Mongaguá.

De acordo com o Caged, foram 89 contratações, contra 154 demissões no município em maio deste ano.

A maior variação (contratações/demissões) aconteceu em Bertioga.

Segundo o Caged, a cidade registrou -2,79% na relação. Ao todo, foram 248 contratações contra 552 demissões. Um saldo de -304 vagas de emprego no município.

A única cidade da região que teve aumento nos postos de emprego, segundo o levantamento, foi Peruíbe.

De acordo com o Caged, foram 298 novas vagas contra 219 demissões no município em maio.

Especulação Imobiliária

A especulação imobiliária e suas consequências sócio ambientais

Especulação Imobiliária

A primeira lei brasileira referente à questão fundiária foi a Lei de Terras de 1850, que estabelecia o direito absoluto do proprietário sobre a propriedade.

Ou seja, o dono da terra era seu “rei”, podia fazer o que quisesse com seus domínios, inclusive defendê-la com o uso da força.

Mas é sempre bom lembrar que esta lei não vale mais.

Apesar dos vestígios de coronelismo que ainda se encontram por aí, a Constituição Brasileira de 1988 atribui um papel social à propriedade privada, o que quer dizer que o dono não pode mais fazer o que bem entender.

O uso da propriedade privada não pode, por exemplo, agredir a coletividade ou o meio ambiente.

Estas questões, que parecem remeter a conflitos no campo, também se manifestam nas cidades, onde as disputas não ocorrem por áreas para plantio e criação, mas sim para moradia.

Nas cidades, a especulação imobiliária é uma das principais causas de conflitos fundiários.

Com o crescimento das cidades, certas áreas adquirem o status de área nobre, geralmente aquelas consideradas mais seguras, mais “chiques” ou que permitem acesso mais fácil a serviços públicos e privados (supermercado, padaria, banco, hospital etc.) e aos locais de trabalho, entre vários outros fatores.

Essas áreas adquirem rápida valorização e os preços dos lotes sobem rápida e vertiginosamente.

A valorização é ainda maior (em geral, muito maior) depois da instalação de serviços públicos, como água, esgoto, pavimentação, drenagem das águas de chuva, luz, telefone etc.

A especulação se dá quando os chamados investidores compram terrenos em áreas potencialmente valorizáveis e os mantêm por algum tempo, até que sejam instalados os serviços públicos que vão aumentar o preço de suas propriedades.

Muitos destes serviços, entretanto, são implantados total ou parcialmente com recursos públicos, provenientes dos impostos de toda a população.

E o papel social da terra, previsto na Constituição?

Ora, não é justo que se invista dinheiro público para promover o ganho privado: ruas pavimentadas, redes de água, esgoto, drenagem etc. custam caro à coletividade e não devem ser implantadas a serviço do ganho particular, mas sim em benefício coletivo.

A especulação imobiliária marginaliza (deixa à margem da cidade e da sociedade) muitos e beneficia poucos.

Por força da especulação, a população mais pobre se afasta para a periferia, assentando-se muitas vezes em áreas ocupadas irregularmente, que, também pelo fato de serem irregulares, demoram anos para receber os serviços públicos essenciais de saneamento e infra estrutura urbana.

Cria-se uma situação absurda e paradoxal: a cidade tem grande número de lotes vazios em áreas urbanizadas e a prefeitura é continuamente cobrada a urbanizar áreas em que a ocupação foi irregular.

Além desses problemas sociais, a especulação imobiliária também favorece a degradação ambiental e dos espaços urbanos, porque promove o desmatamento das áreas verdes remanescentes no perímetro urbano para instalação de novos loteamentos (a especulação alimenta a especulação), o que contribui para o assoreamento dos cursos d’água (principalmente antes da pavimentação das ruas) e para a impermeabilização do solo urbano (com a pavimentação), dois ingredientes para as inundações.

Além disso, as áreas de proteção invadidas e o esgoto lançado a céu aberto nas áreas periféricas, dentre outros problemas, ao menos em parte, também têm origem na especulação imobiliária.

Enquanto isso, as áreas nobres, que dispõem de todos os serviços públicos instalados, permanecem repletas de lotes vazios por vários anos, à espera de melhor preço.

O quadro geral descrito anteriormente é típico das médias e grandes cidades brasileiras, mas às vezes também se manifesta em cidades pequenas. É o caso de Irati.

Irati tem quantidade impressionante de terrenos vazios em áreas completamente urbanizadas, sem qualquer utilidade senão a especulação. E novos loteamentos continuam a aparecer.

Em poucos anos, os loteamentos instalados nas cabeceiras da bacia do arroio dos Pereiras (o Arroio dos Pereiras é o “riachinho” que passa “logo abaixo” do Iraty Sport Club) aterraram nascentes, desmataram a vegetação, inclusive mata ciliar, contribuíram (e ainda contribuem) para o assoreamento do arroio e armaram uma arapuca para a cidade para daqui a alguns anos.

Quando esses loteamentos estiverem totalmente ocupados, com ruas pavimentadas e lotes ocupados por habitações, as chances de ocorrência de enchentes no centro da cidade aumentarão muito.

A não ser que o poder público (sempre ele) invista na ampliação da calha do arroio e o transforme de uma vez por todas em um canal de concreto.

Seria um triste destino para arroio dos Pereiras.

Impactos ambientais à vista, impactos sociais a prazo (com perdão do trocadilho): Irati já pode se gabar de ter áreas invadidas e de ocupação irregular.

Será que para por aí?

O compositor pernambucano Chico Science escreveu: “a cidade não pára, a cidade só cresce: o de cima sobe, o de baixo desce”. Veremos.

Mas o que fazer, então, para coibir a especulação imobiliária e cumprir a Constituição?

Por exemplo, pode-se aumentar o valor do IPTU para lotes que sirvam exclusivamente à especulação imobiliária: um lote que permanece desocupado por mais de 5 anos não tem qualquer papel social, ao contrário, presta um desserviço à comunidade, na medida em que desperdiça parte da vida útil dos serviços públicos instalados.

O IPTU mais caro torna menos atrativa a especulação e estimula o uso dos lotes para construção de habitações, que é sua função social legítima.

Esta e outras formas de combate à especulação imobiliária podem (e devem) ser incluídas nas leis municipais, como a Lei de Parcelamento do Solo Urbano.

Penalizar a especulação imobiliária é uma decisão muitas vezes impopular entre os mais ricos e difícil de incutir entre os mais pobres.

Entretanto, em praticamente todas as cidades brasileiras de médio e grande porte a história do crescimento urbano se deu pelo mesmo caminho desordenado. Irati ainda tem a oportunidade de buscar o seu.

Hélio Rodrigues dos Santos
Professor do Departamento de Engenharia Ambiental da UNICENTRO – campus Irati

Quitinete

Diferença entre Quitinete e Estúdio

Quitinete

A infra estrutura e a modernidade.

É isso o que diferencia os atuais estúdios dos antigos conjugado (também chamado de kitchenette, (palavra inglesa que quer dizer “cozinha pequena”, em sua versão aportuguesada: quitinete).

É um apartamento de até 50 metros quadrados, com pequena área destinada à cozinha, quarto conjugado à sala e parede divisória para separa banheiro.

Localizado nas regiões centrais das grandes cidades, era muito comum na década de 60, para atender os universitários e aos jovens de classe media em inicio de carreira ou vindos do interior.

Fica em prédios simples, com pouca ou nenhuma infra estrutura de serviços e de lazer.

O conjugado, por ser quase sempre um imóvel antigo, requer muita atenção ao estado de conversação principalmente das instalações elétricas e hidráulicas.

Estudio - LoftO estúdio tem a mesma metragem do conjugado, mas é moderno e charmoso.

Sem paredes para separar cômodos, tem cozinha americana (interligada à área social), banheiro e área de serviço.

O pé-direito (altura entre o piso e o teto) é um pouco acima do padrão.

Os prédios de estúdios costumam dispor de boa infra estrutura de serviços e lazer – piscina, sauna e sala de ginástica e, em alguns, salão de jogos, salão de festas, bar, escritório (home Office) e sala de cinema (home theater).

O estúdio foi idealizado para atender aos solteiros das classes média e média alta.

Com proposta parecida, porém maiores, estão os lofts, que são hoje uma das mais novas tendências do mercado imobiliário.

Sinônimo de modernidade e praticidade, seu grande trunfo é a versatilidade do espaço que, de forma simples e ao mesmo tempo bem pensada, agrega estilo e atende a todo tipo de inquilino.

Estes espaços surgiram inicialmente nos Estados Unidos e Europa a partir da reciclagem de antigos edifícios comerciais, galpões ou depósitos em contexto de requalificação de centros urbanos.

Os apartamentos possuem pé-direito duplo, cozinha americana, áreas livres e acabamentos internos com instalações aparentes, que atendem a um público de médio e alto poder aquisitivo – geralmente jovens e solteiros executivos bem-sucedidos, descasados e casais que optaram por não ter filhos.

O pé-direito duplo, além de possibilitar a implantação de um mezanino onde, muitas vezes, foi instalado o dormitório ou a suíte, também proporcionou um excelente nível de iluminação natural, com a possibilidade de colocação de grandes janelas.

Apartamento sem acabamento

Despesas com apartamento novo

Apartamento sem acabamento

O fechamento de contrato para aquisição do apartamento em lançamento é um dos momentos mais felizes na vida de milhares de novos proprietários de imóveis no Brasil.

Porém, além dos gastos iniciais, inclusive entrada e eventuais “balões”, é preciso se preparar para despesas adicionais antes de ocupar o imóvel.

Sob o argumento de que o custo para reforma é menor do que para aquisição, os imóveis são entregues “pelados”, condição bem distante do modelo decorado apresentado no stand.

Isso evita, em tese, que o comprador tenha mais despesas e transtornos para mudar aquilo que não gostou, na verdade uma falácia das construtoras, que procuram economizar o máximo possível.

Se realmente for uma vantagem, saiba que ela pesa na carteira: via de regra o novo apartamento vem sem o revestimento de quartos e salas, iluminação, box nos banheiros, armários, sancas e outros acabamentos.

Acabamento: pelo menos 20% do valor do imóvel

Segundo especialistas, desconsiderando os móveis, os custos com pisos, iluminação, aquecedores, armários e outros itens que precisam estar no apartamento, pelo menos para que seja possível morar nele, chegam a custar, no mínimo, 20% do valor do imóvel.

Ou você tem uma poupança para bancar essa despesa extra antes de ocupar seu novo imóvel ou vai passar um bom tempo convivendo com reformas.

Com os custos do acabamento, às vezes o desconto de um imóvel comprado na planta em relação a um imóvel pronto, já acabado, pode não compensar.

Por isso, na hora de pesar qual imóvel vale mais a pena em termos de valores, é fundamental considerar estes gastos que vão além do valor do imóvel.

IPTU nas locações

De quem é a responsabilidade do IPTU nas locações?

IPTU nas locações

Quem deve pagar o IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), o locador ou o locatário?

O locador (proprietário do imóvel) é primariamente o responsável pelo pagamento do IPTU.

Vale dizer que a Lei Nº 8245/91 (ou Lei do Inquilinato) diz em seu artigo 22, inciso VIII que o locador (proprietário do imóvel) é obrigado a pagar impostos e taxas que venham a incidir sobre o mesmo (estando aí incluído o IPTU), salvo se de outra forma for estabelecido em contrato.

Quando a lei diz “salvo se de outra forma for estabelecido em contrato” isso significa que locador e locatário podem estabelecer uma forma diversa para essa responsabilidade, ou seja, estabelecer que o locatário seja o responsável pelo pagamento do IPTU.

Ou seja, tudo depende de como foi escrito o contrato de locação imobiliária.

Se houve omissão em relação ao assunto, a responsabilidade é do locador (proprietário).

Mas se houve um acordo (o que está no contrato) para que o locatário assuma esse ônus, então não há o que discutir: a responsabilidade passa ser do locatário.

E se o locatário não pagar o IPTU?

Na eventual hipótese de inadimplemento do pagamento do IPTU pelo locatário perante a Prefeitura Municipal, o acionado para pagamento da dívida será o proprietário e não o locatário.

Nesta hipótese, o proprietário deverá arcar com o débito e posteriormente ingressar com uma ação contra o locatário para cobrar os valores que ele assumiu pagar no contrato de locação.

Isto porque o Código Tributário Nacional estabelece, em seu artigo 123, que eventual acordo entre as partes quanto à responsabilidade pelo pagamento de determinado tributo não altera a condição de contribuinte perante o fisco.

E se o inquilino rejeitar essa cláusula do IPTU no contrato?

Tendo em vista que a lei possibilita que as partes negociem livremente sobre a obrigação de pagamento do IPTU, a única alternativa para exclusão desta cláusula do contrato é através da negociação com o locador.

Porém, sabe-se que é praxe do mercado transferir contratualmente a obrigação de pagamento do IPTU ao locatário, razão pela qual ele pode ter dificuldades em se eximir dessa responsabilidade.

Se o imóvel for isento de IPTU o inquilino será beneficiado?

A isenção do pagamento do IPTU – nos casos específicos – é sobre o imóvel, ou seja, será aplicável em todas as hipóteses, esteja o imóvel alugado ou não, ou seja, se não houver um tributo a pagar, não há o que cobrar do inquilino nesse sentido.

Trump versus CIA

Trump está lutando, precisamos fazer a nossa parte..

Trump versus CIA

 

Se fosse eleitor americano, meu voto nas prévias para as eleições de 2016 nos EUA seria do Bernie Sanders..

.. mas quem ganhou o direito pela disputa à presidência dos EUA pelos Democratas foi Hillary Clinton, a “Dama da Guerra”, e a partir daí minha torcida passou a ser pela vitória de Donald Trump..

Alguns dos meus amigos da esquerda lamentaram minha posição..

.. principalmente porque aqui no Brasil a direita burra apostava em Trump pelas piores razões possíveis, essencialmente misoginia, racismo e homofobia.. esse padrão primitivo da direita brasileira, sabe como é, né?

Porém, outros entenderam meu ponto de vista à época: ideologicamente falando, não existe a menor diferença entre Hillary Clinton e Donald Trump..

.. tanto faz..

A democracia americana foi capturada pelo capital, ganha quem o establishment quer, e nesse caso, o candidato do “Masters Of The Universe” era a democrata..

Trump era o cavalo paraguaio, bola fora, ninguém acreditava que ele chegaria lá.. mas chegou.. e (surprise!) ganhou.. e na época eu torcia por isso..

Meu raciocínio era muito simples: Hillary era a certeza da Nova Ordem Mundial desenhada pelo Clube de Bilderberg..

.. Trump representava uma embaralhada nas cartas..

.. afinal, porque um bonachão bilionário, supostamente de bem com a vida, iria buscar mais dinheiro e provavelmente jogar o planeta numa última guerra mundial em busca desse propósito?

Você faria isso? Não faz sentido..

.. eu achava, e continuo achando, que Trump sonha entrar para a história dos Estados Unidos como um dos melhores presidentes que já passaram pela Casa Branca.. melhor para os americanos, quero dizer..

.. é uma ambição pessoal.. algo que ele ainda não possui..

.. ele não está ali prá cumprir tabela.. não é pau mandado (tipo Obama)..

Trump tem seus próprios objetivos..

.. ainda que tenha enormes defeitos, é um capitalista mais ao estilo Ford, do tipo que acredita no mercado consumidor interno, essas coisas..

.. o objetivo dele (era) recuperar a economia destruída pela financeirização representada por Hillary Clinton..

Financeirização sustentada pelos 4 pilares do que hoje é chamado nos EUA como “Estado Profundo” (*):

  1. a indústria da informação, os meganhas, FBI, CIA, NSA e que tais;
  2. a máquina da propaganda, a imprensa empresa ocidental, responsável pelo controle da opinião pública;
  3. os bancos, diretamente ou através das mega corporações;
  4. a máquina de guerra que garante a cobrança das dívidas.

(*) o conceito mais difundido de “Estado Profundo” ignora os bancos e a mídia, porém, na minha modesta opinião, está tudo interligado.

O governo Trump não durou um mês.

A demissão do general Michael Flynn em Fev/2017, no contexto de uma acusação ridícula engendrada pelos meganhas, deixou claro quem manda no país..

.. na sequência se falou até em impeachment (essa retórica está mantida até os dias atuais)..

.. também na sequência o presidente americano logo tratou de aumentar o orçamento das forças armadas (o contrário do que ele tinha prometido na campanha)..

.. jogo pesadíssimo..

Mas isso não significa que Donald Trump tenha jogado a toalha..

Muito pelo contrário, ao que tudo indica, está rolando uma batalha dos infernos nos subterrâneos do estado americano, e é isso que explica, na minha avaliação, algumas ações “absurdas” adotadas pelo “governo Trump”.. veja:

1) EUA, Israel e Arábia Saudita criaram, treinaram, financiaram e apoiaram “secretamente” o ISIS com o objetivo de redesenhar o Oriente Médio e satisfazer seus interesses.. a imprensa empresa ocidental jura de pé junto que o ISIS é um grupo terrorista “independente” (nascido por obra do divino?), combatido na Síria pelos EUA e seus parceiros (toda a Europa, além de vários países da região).. após anos de combate sem sucesso, entra a Rússia na história e debela o ISIS em poucos meses, demonstrando cabalmente a má vontade dos EUA e seus aliados em resolver (de fato) o problema.. a situação já estava “delicada” para os americanos quando em Abril/2017 Trump autoriza um bombardeio contra bases militares sírias (que combatiam o ISIS).. oi? Resultado: a Rússia declarou uma zona exclusão aérea na Síria.. pregou na testa dos americanos: inimigo.. encerrou o assunto. A principal consequência foi a união dos países da região (Irã, Iraque, Síria, e costeando, a Turquia, que se sentia mais “europeia” do que os outros, mas depois da tentativa de golpe, com origem nos EUA, pulou no colo da Rússia, mesmo após ter derrubado um MIG).

2) Após a eleição americana, uma crise ridícula tocada pelo “estado profundo” procurou de todas as formas melar um desejo pessoal de Trump de parceria entre EUA e Rússia, as 2 principais potências militares da atualidade (sim a Rússia recuperou esse posto, e há quem diga que hoje os russos estão melhor preparados para a guerra do que os americanos).. podia ser a solução da crise (bélica) mundial.. mas os cabeções do Pentágono querem guerra (1 dos pilares do estado profundo, lembra?).. e para isso usam seus parceiros europeus através da OTAN (os EUA terceirizam suas guerras), inclusive instalando mísseis na fronteira com a Rússia, na esperança de deflagrar uma guerra na Ucrânia, e obrigando os europeus a uma infinidade de sanções contra os russos (com quem tem parcerias comerciais históricas, inclusive no setor energético).. em Agosto/2017 o congresso americano aprovou o que os russos chamaram de “uma declaração de guerra.. comercial”.. torceram tanto a porca a ponto dela espanar.. hoje na Europa existe uma ENORME desconfiança em relação aos americanos, e ações concretas para uma reaproximação de Alemanha e Rússia (talvez nos moldes do Tratado de Rapalo em 1920).. a sanha dos americanos em isolar a Rússia está produzindo o isolamento dos EUA.. vc acha que o Trump, um homem de negócios super bem sucedido, não sabe disso?

3) A fim de esconder seus problemas internos e suas derrotas diplomáticas em todo o planeta, os EUA resolveram esquentar o bate-boca com o presidente da Coreia do Norte, Kim Jong-Un, que de bobo só tem a cara.. todo país que se dispôs a negociar “civilizadamente” com os EUA se ferrou.. vejam aí o que fizeram com a Líbia, por exemplo.. destruíram o país, assassinaram seu líder e fim de papo.. os EUA não chegam para resolver problemas.. eles vem para destruir e saquear.. e não tem “negociação de paz”.. vc tem dúvida disso? Bem, o gordinho lá da Coréia do Norte não tem.. e está armado até os dentes.. analistas do mundo inteiro estão convencidos de que ele vai dar o primeiro tiro, mas tem dúvidas se a Coréia do Norte tem tecnologia para jogar um míssel nuclear em território americano.. Kim Jong-Un diz que tem.. o que ninguém duvida é que os norte coreanos tenham capacidade para atacar a Coréia do Sul, onde ficam as bases americanas usadas para agressão àquele país.. isso eles tem.. ou seja, de novo os americanos estão “fazendo festa com o chapéu alheio”.. estão atiçando a guerra, elevaram muito o stress na região, estão encostando seus porta-aviões no Mar do Japão (que também está ao alcance dos norte coreanos) e quem vai colher as consequências dessa escalada será a Coréia do Sul.. os americanos estão se lixando para os sul coreanos.. resultado? A China, que já é a maior potência econômica do planeta, está restabelecendo as pontes destruídas pelos americanos..a belicosidade estadunidense está jogando a Coréia do Sul no colo da China.. um acordo entre as Coréias e China implodiria as pretensões americanas na região.. será que Trump é tão burro que não percebe isso?

4) Tudo aquilo que os americanos planejaram (e executaram) com suas invasões no Oriente Médio agora está voltado para a América Latina, e o ponto de partida será a Venezuela, nos mesmos moldes do ataque americano ao Iraque.. o Sadam da vez chama-se Maduro.. a razão é prá lá de óbvia, a Venezuela tem as maiores reservas de petróleo do planeta.. e insiste em compartilhar essa riqueza com o povo.. assim como a Bolívia (que insiste em compartilhar o gas).. o Brasil vai cumprir um papel meio que de Arábia Saudita, já entregou suas riquezas para empresas americanas.. a diferença é que aqui, ao invés de uma monarquia, temos uma casta no judiciário que garante a parceria.. mas dá (quase) no mesmo: é uma elite com padrão de vida nababesco, muito simbólico o juiz que recebeu um salário de MEIO MILHÃO DE REAIS na mesma semana em que o governo (formado por uma quadrilha colocada lá pelo judiciário) anunciou o corte do bolsa família para desempregados e a redução inacreditável do salário mínimo.. vai economizar nas costas do tiozinho aposentado o dinheiro que distribui à rodo entre os amigos..

Mas como no Brasil ainda tem gente que acredita em democracia, eleições e tal, por via das dúvidas eles estão desmontando o estado, sucateando as Forças Armadas (que não servem para nada mesmo, é só enfeite – mas vai saber né?), privatizaram o que interessa das comunicações, energia, indústria de base, etc., e o que não interessa destruíram mesmo..

Todos os setores estratégicos estão sendo desmontados ou ocupados.. colocaram um sionista no Banco Central, um representante do capital financeiro internacional no Ministério da Fazenda.. empresas como a EMBRAER estão sendo comandadas por americanos.. A JBS foi para os States, a Petrobras está sendo fatiada, em breve será privatizada, e boa parte do Brasil será transformada em uma enorme 25 de Março (rua do comércio popular em SP).

Neste contexto, logo quando a Venezuela instala uma Assembleia Nacional Constituinte, movimento reconhecido como legítimo pela ONU e por mais de 60 países, Trump ameaça explicitamente com a invasão militar.

Como assim? Maduro é um político legitimamente eleito pelo povo venezuelano, os deputados da constituinte foram eleitos por 41,53% do eleitorado (mesmo sob ameaça de ataques terroristas) e o cara diz que vai invadir o país para “restaurar a democracia”??

Trump é um doido varrido ou está dando um recado?

Se é desejo pessoal dele invadir a Venezuela, porque essa precipitação?

A declaração de Trump imediatamente provocou uma união dos países da região em prol da Venezuela (exceto a Arábia Saudita Latina, claro).

Pois bem, eu acho que Trump não é um imbecil, boçal, elefante em cristaleira ou coisa do gênero.. ele está em guerra contra o “Estado Profundo” e está pedindo ajuda.. sozinho ele não dá conta..

Ele acabou com a falácia americana no Oriente Médio, detonou a UE “lambe botas”, está forçando uma negociação entre as Coréias com a intermediação da China, e passou a mão na bunda da Venezuela na frente de todo mundo, provocando uma indignação regional..

.. ele sabe que do jeito que está, os EUA não tem futuro..

.. depois de enterrarem 1,07 TRILHÃO DE DÓLARES na “guerra” do Afeganistão, Trump sacou uma jogada de efeito, em Abril/2017 mandou uma MOAB que custa a bagatela de 300 MILHÕES DE DÓLARES (custo de cada bomba), que, segundo o serviço de inteligência americano, matou 32 cabritos no deserto afegão.. fala sério..

.. agora querem privatizar essa “guerra”.. como vão pagar?

Não vamos nos esquecer que os Estado Unidos estão falidos.. eles tem um déficit orçamentário estratosférico, se mantém respirando por conta do padrão dólar para comércio internacional, sobretudo do petróleo..

.. tem ótimas impressoras de dinheiro.. simples assim..

.. mas isso também já está nos estertores.. o acordo da China para compra de ações da Saudi Arabian Oil Company provavelmente será um chute na muleta..

Os EUA não são ricos.. ricas são as empresas americanas.. é diferente..

A financeirização da economia combinada com a exportação de empregos já está produzindo uma catástrofe social por lá.

Trump sabe disso e sua plataforma era justamente trazer de volta a condição dos EUA como produtor (e não ladrão) de riquezas, pelo menos suavizar o pouso (obrigatório) da economia..

Para isso acontecer, ele precisa(va) acabar imediatamente com essa política maluca de guerras que o “Estado Profundo” impõe ao mundo em geral e ao povo americano em especial, e começar a construir pontes, não destruí-las..

Colocado dessa forma, uma reação do povo latino americano é urgente..

Donald Trump está dando o recado..

.. eles não vão deixar de tentar nos subjugar.. já estão fazendo isso..

Ou a América Latina se levanta e luta contra a invasão americana, ou seremos destruídos, assim como foram todos os países invadidos pelos EUA.

No caso da Arábia Saudita Latina, precisamos acordar do pesadelo que se tornou o arremedo de democracia brasileira..

.. isso significa disposição para a revolução e também a luta armada, se for preciso, para a defesa das nossas famílias..

Já devíamos ter iniciado um movimento pela Assembleia Nacional Constituinte.

Há mais de 1 ano atrás eu achava possível unir esquerda e direita no Brasil em torno de um projeto de reforma política revolucionário..

.. ledo engano..

As esquerdas rejeitam uma revolução porque sonham retomar o poder.. temos no Brasil a esquerda cirandeira, representada pelo Psol, que é meio “avoada”, e a esquerda reformista, representada pelo PT/PC do B, que sonha em arrumar um emprego no governo.. revolucionários mesmo só os caras do PCO, mas lá só tem o Rui Pimenta e mais 5..

A direita tá mais perdida do que cego em tiroteio..

.. deram um golpe na Dilma, quando foram ver, surpresa! O golpe era contra eles mesmos..

.. tremendo tiro no pé!

O capitalista brasileiro se ferrou, os funcionários públicos se ferraram (não sei como o cara pode ser funcionário público e desejar “estado mínimo” ao mesmo tempo, mas enfim, como já dizia o filósofo Tim Maia, Brasil é “sui generis”), os militares se lascaram, de verde e amarelo..

Só estão se dando bem alguns latifundiários, alguns bancos e uma parcela do judiciário.. e claro, a galera do crime organizado..

Mas o conjunto da população, seja de esquerda ou de direita, pobre ou rico, tá levando fumo.. no mal sentido..

Então falta o quê prá se unir e expulsar os invasores, prender essa quadrilha que dominou os 3 poderes da república?

É preciso criar uma frente de luta única, unir coxinhas e mortadelas, não há outro caminho..

.. em se tratando de Brasil, necessariamente isso significa reforma agrária, reforma urbana, rever a política anti-drogas (que é americana, e ponta de lança para o aparelhamento dos meganhas nacionais), significa acabar com a PM, reformar o judiciário (totalmente), estatizar setores estratégicos, sobretudo saúde e educação, redistribuir riqueza e várias outras bandeiras de esquerda..

.. oh, mas essas coisas são bandeiras de esquerda?? Então não servem para a direita..

Prezado leitor de direita, os benefícios que vc admira no continente europeu só podem ser conquistados através das bandeiras acima, que não são “de esquerda” são civilizatórias.. não existe outro caminho..

.. é isso ou conviver com a turma do Bolsonaro misturada com os evangélicos fundamentalistas em um contexto de país invadido, neo-colonizado..

.. vc quer isso?

Não quer, né?

Então caia na real, o golpe foi um erro, a gente precisa trabalhar juntos pelo bem comum.. comum.. repita comigo: comum!

Nesse momento isso significa eleições gerais e assembleia nacional constituinte.

Nem que seja na porrada..

Trump está lutando, nós também precisamos lutar.

Trabalhar juntos

O Novo Corretor de Imóveis

Trabalhar juntos

Corretor ou Corretora de Imóveis

Tenho certeza de que você percebeu que o mercado imobiliário brasileiro já não é mais o mesmo de 7 anos atrás..

O pano de fundo para essa transformação é formado essencialmente por 3 fenômenos que abalaram a nossa sociedade:

  • o esvaziamento da bolha imobiliária,
  • o golpe de estado no Brasil,
  • e a crise mundial do capitalismo.

Eu sou Corretor de Imóveis (confira minha bio no final do texto), tenho 15 anos de carreira, conheço muito bem meus companheiros de profissão, e sei que muitos ainda acreditam que as afirmações acima não são verdadeiras, infelizmente.

Não vou polemizar.

Meu interesse é desenvolver mecanismos que facilitem a minha vida como Corretor de Imóveis.

Eu preciso vender. É isso.

Considerando essa necessidade, em um contexto de profundas transformações, criei um sistema organizado para empoderar o Corretor de Imóveis em 2 aspectos que considero vitais:

  • excelência profissional
  • competitividade na internet

Não dá para detalhar o projeto aqui neste espaço.

A essência é a seguinte: o encolhimento do mercado associado ao avanço da tecnologia (sobretudo grandes portais e apps de smartphones) vão reduzir drasticamente o seu espaço de trabalho.

É muito improvável que você sobreviva sozinho.

A não ser que vc entenda como “sobreviver” trabalhar por aí como qualquer “zangão”.

Como trabalhar em rede e ao mesmo tempo manter a completa independência, tanto profissional quanto financeira?

Bem, nós começamos a testar um sistema que responde essa pergunta.

Se você recebeu nosso email com o “código para validar sua entrada”, visite nossa Recepção de Parceiros.

Caso contrário, “pule prá dentro” do nosso Cadastro de Corretores, na sequência lhe enviaremos um convite.

Consórcio de Imóveis

Consórcio de Imóveis é a bola da vez

Consórcio de Imóveis

Com oferta de taxas menores em comparação às dos financiamentos bancários, as administradoras de Consórcio de Imóveis esperam que a procura pela modalidade continue este ano.

Em janeiro, as vendas de novas cotas cresceram 14,7%, somando R$ 2,2 bilhões, valor 28% maior do que o registrado em 2016, conforme dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (Abac).

De acordo com o setor, uma das vantagens de um consórcio imobiliário é o custo menor.

A taxa média de juros nos financiamento da casa própria giram entre 8% e 9% ao ano.

Os consórcios cobram taxas administrativas menores, por exemplo, de menos de 2% ao ano.

Não há cobrança de juros.

“Na hora de tomar uma decisão sobre o que é melhor, o que pesa no bolso do consumidor é a diferença de custo”

É o que diz André Marini, diretor comercial da Ademilar Consórcio de Investimento Imobiliário, com sede em Curitiba e filiais em Joinville (Santa Catarina) e São Paulo.

A empresa registrou crescimento das vendas de 57,42% no primeiro bimestre, taxa acima da média registrada no ano passado (35%).

Animado com uma possível retomada do crescimento econômico do país ainda em 2017, o empresário Luiz Fernando Savian, dono do Consórcio Nacional Unifisa, projeta um aumento dos negócios de pelo menos 10%, quase o dobro do ano passado.

Ele destaca que a procura do consumidor pela modalidade cresceu, mas o que não significa negócio fechado.

“Tem havido um crescimento substancial de consultas sobre o sistema, que nem sempre resulta em negócios, o que sinaliza um interesse do consumidor em saber mais sobre essa opção de compra já que o sistema sempre foi mais conhecido pela comercialização de automóveis e motos”

O presidente da BB Consórcios (do Banco do Brasil), Alexandre Luis dos Santos, também prevê uma tendência de aquecimento do setor.

Para ele, ao adquirir o bem por consórcio, o cliente não “está contraindo uma dívida e sim fazendo um investimento, uma poupança”.

Ele acrescentou que em um momento de crise econômica, a maioria da população perde o impulso pelo imediatismo e vai em busca de opções mais baratas pensando no futuro.

O Banco do Brasil passou a oferecer consórcios em 2008.

Incluindo todos os tipos de bens, os negócios cresceram 46% nos dois primeiros meses deste ano em relação a igual período do ano passado, movimentando R$ 1,4 bilhão. As vendas de cotas de imóveis superaram em 18% as registradas em 2016, com volume financeiro de R$ 202 milhões.

FGTS

O resgate do dinheiro das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é mais um motivo de ânimo para o setor.

Os saques devem chegar a R$ 35 bilhões, conforme estimativas do governo federal.

Segundo a Abac, em janeiro, a aplicação de recursos do FGTS em consórcios movimentaram R$ 10,8 milhões, sendo o maior montante (R$ 4,8 milhões) para a compra de um imóvel, R$ 2,2 milhões para amortizar o saldo devedor e R$ 1,2 milhão para liquidar.

Consórcio não é imediato

O professor da Escola de Economia de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Alberto Ajzental alerta que quem pretende comprar a casa própria por meio de um consórcio deve estar ciente que não recebe o bem de imediato, assim que contrata o consórcio.

O interessado precisará pagar uma cota mensal.

E receberá a carta de crédito se for contemplado em um sorteio entre os participantes do consórcio ou quando oferece o lance mais alto.

Não há garantia de que receberá o crédito logo nos primeiros meses.

Os especialistas alertam que esse é um investimento de longo prazo, não é indicado para quem precisa de um imóvel com urgência. “No financiamento [bancário], estará pagando por um bem já disponível”, diz Ajzental.

Ajzental chama atenção para quem paga aluguel e pretende adquirir um consórcio.

Neste caso, a pessoa deve estar atenta para não comprometer parte significativa da renda com os dois pagamentos.

Fonte: Marli Moreira – Repórter da Agência Brasil, Edição: Carolina Pimentel

As competências de um Corretor de Imóveis

8 competências que não podem faltar em um Corretor de Imóveis de Sucesso

As competências de um Corretor de Imóveis

Ser um Corretor de Imóveis de sucesso é muito mais que “só” oferecer imóveis vários aos clientes e chegar ao fim do mês com um monte de números de contatos, visitas, etc.

Para os leigos o processo pode parecer simples: basta ter um corretor “bom de conversa” e um comprador disposto a gastar dinheiro que o negócio será fechado.

No entanto, trabalhar com vendas, a essência da intermediação imobiliária, assim como em qualquer outra profissão, exige conhecimento específico e habilidades relacionadas diretamente ao dia a dia.

As pessoas já não caem mais no famoso “papo de vendedor” e, atualmente, fazer uma venda é possível apenas para quem prova que a alternativa oferecida realmente é boa para o cliente.

Por conta disso, o profissional precisa estar sempre atento ao seu mercado.

Além de conhecer profundamente o imóvel que está trabalhando, o Corretor de Imóveis precisa ter uma noção bem clara do segmento que está atuando.

É preciso conhecer as tendências, ter mapeado os principais atributos dos concorrentes (muito provavelmente, vc representa apenas 1 das várias opções do comprador.. o que mais estão oferecendo para ele?), enfim, tudo para que os argumentos estejam baseados nos seus diferencias e sejam os mais concretos possíveis.

O Corretor de Imóveis de sucesso precisa ser flexível e atento ao perfil de cada cliente, e adotar uma postura diferenciada para cada negociação.

Isso porque cada venda tem uma característica única, fazendo com que não exista uma metodologia exclusiva para alcançar o sucesso.

Cada comprador tem uma personalidade, e é preciso identificar seus motivadores de compra para acertar na abordagem e oferecer algo que realmente faça a diferença.

O Corretor de Imóveis de sucesso entende o cliente, investiga necessidades e oportunidades, fala na sua linguagem e se coloca na sua posição para definir qual é a melhor opção para apresentar sua proposta de valor.

Mesmo não existindo caminhos prontos, podemos dizer que oito competências são imprescindíveis para a carreira de um vendedor profissional. São elas:

1 – Disciplina

Reserve momentos no mês e na semana para se planejar.

Tente fazer pelo menos duas paradas no decorrer do dia para avaliar se está investindo a sua energia em um trabalho que vai gerar retorno.

Mesmo após inúmeros “nãos”, é preciso manter o foco nas ações diárias e no que realmente é importante para alcançar a meta.

A maioria dos vendedores não planeja fracassar, mas falha pela falta de planejamento e organização.

2 – Comunicação

O vendedor profissional é articulado e sabe se expressar de forma clara e objetiva, o que não significa falar muito.

Seja preciso na comunicação.

Evite os jargões, pois o senso comum não nos dá os elementos necessários para a inovação.

Tenha um repertório, pesquise a concorrência, conheça as características e benefícios do produto/serviço e busque informações o tempo todo.

3 – Criatividade

Busque alternativas para chegar até o cliente, use argumentos que o envolvam.

Faça com que ele se imagine desfrutando dos benefícios dos produtos e serviços.

Crie novas oportunidades e proponha soluções inovadoras.

4 – Capacidade investigativa

Fazer perguntas e saber ouvir para entender as necessidades do cliente é essencial para uma venda de sucesso.

Não adianta forçá-lo a fazer uma compra pensando apenas na sua comissão. O bom vendedor entende e identifica as dificuldades e necessidades do cliente, mapeando-as, para depois apresentar uma solução realmente eficaz.

Clientes satisfeitos voltam e fazem indicações positivas, enquanto aqueles que se sentem enganados só trazem contribuições negativas e normalmente espalham a indicação negativa para vários dos seus contatos.

5 – Adaptabilidade

Aptidão inerente à carreira de Corretor de Imóveis.

É preciso aprender a lidar com diferentes perfis de clientes, influenciando todas as pessoas envolvidas no processo de compra.

Para isso, administre suas emoções, frustrações e saiba se adequar ao que for necessário para alcançar suas metas.

6 – Empatia

Criar identificação e inspirar confiança fazem toda a diferença na relação comercial.

Cuide da aparência e vista-se de acordo com o perfil da venda e do cliente. Isso pode ser fundamental para transmitir uma boa impressão.

Normalmente, as pessoas preferem se relacionar e confiam em quem se parece com elas.

Procure entender e falar sobre o que é importante para o cliente, seja ele um problema a ser resolvido ou um sonho que ele quer realizar.

7 – Networking

Quantas pessoas conhecem você?

Não importa apenas quantas pessoas você conhece, mas sim, quantas sabem quem é você e o que faz.

Em um mundo cada vez mais competitivo, conhecer pessoas, manter relações saudáveis com companheiros de trabalho e estar atento aos acontecimentos é fundamental para quem pretende se destacar e explorar oportunidades.

É imprescindível cultivar uma rede de relacionamentos, pois nem sempre somos capazes de encontrar oportunidades sozinhos.

8 – Tenacidade comercial

A capacidade de entrar em ação, buscar resultados, ser otimista e persistente proporcionam vitalidade ao dia a dia do vendedor profissional.

Ser persistente é diferente de ser insistente.

Não desista da venda na primeira negativa, especialmente se estamos falando de investimentos elevados, que irão envolver negociações extensas.

 

Erros em vendas

10 erros comuns que podem matar a sua venda

Erros em vendas

Vender é uma arte

E a boa venda por si só já é difícil.. fácil, só a venda de pipoca em porta de circo.. mas a comissão não é lá essas coisas..

Por se tratar de um processo com muitos elementos subjetivos, basta um comportamento impensado, uma palavra mal colocada, entre outros detalhes, para matar a possibilidade de uma venda bem sucedida.

Já é difícil normalmente, imagine em tempos de mercado deprimido..

Por isso, mais do que nunca o Corretor de Imóveis deve deixar de ser apenas um apresentador de informações e se transformar em um gestor de relacionamentos.

E no contexto dessa nova postura, você vai precisar resolver alguns probleminhas..

Conheça os 10 erros “mais comuns” e que não podem ser cometidos durante a intermediação imobiliária.

1 – Corretor de Imóveis não é vidente

Não existe uma situação tão chata quanto aquela em que o Corretor de Imóveis tenta adivinhar o que o cliente está pensando, antes mesmo do cliente se pronunciar.

Na maioria das vezes, o corretor não sabe o que o comprador está verdadeiramente desejando e corre o risco de gerar uma frustração e a quebra de confiança nessa relação de compra e venda.

2 – Corretor de Imóveis que não saber escutar

Costumo dizer que a melhor técnica de vendas que existe é saber ouvir.

É o cliente quem deve passar quais são os motivos que o levaram a procurar pelo Corretor de Imóveis.

Além de não tentar adivinhar os pensamentos do cliente, é importante que o Corretor ouça o que o comprador tem a dizer.

Motive o seu cliente a falar.

Com essa atitude as chances da sua corretagem ser bem sucedida são bem maiores, pois você terá as melhores condições para oferecer ao seu cliente aquilo que ele realmente procura.

3 – Corretor de Imóveis que fala demais

É outra face da moeda: de um lado, não saber ouvir. Do outro, falar demais.

Estes três primeiros erros, citados acima, normalmente andam juntos.

O corretor de imóveis que não sabe escutar tenta adivinhar o pensamento do cliente, e por fim acaba falando demasiadamente, e as chances de agradar o cliente e concretizar a venda são minimizadas.

4 – Corretor de Imóveis que tem superego

Este é o caso do corretor que quer aparecer mais na venda do que o cliente, que fica falando de si, das próprias conquistas e esquece o principal: o desejo do cliente.

Se você já encontrou um profissional com esse perfil, com certeza saiu da imobiliária sem comprar e ainda pensou “que corretor chato”.

Eu já passei por situações assim e sei o quanto isso é desagradável.

Portanto Corretores e Corretoras de Imóveis, fiquem atentos.

O protagonista de uma venda deve ser o cliente.

Ao profissional do mercado imobiliário cabe o papel de cuidar dos bastidores para que o final desse enredo seja o “felizes para sempre”, ou seja, relacionamento criado, venda bem sucedida e cliente satisfeito.

5 – Corretor de Imóveis que mostra somente aquilo que ele mesmo compraria

Do primeiro ao quinto erro é como se o efeito viesse em cascata. Um erro leva ao outro.

O Corretor de Imóveis não escuta, não conhece os desejos e as necessidades do cliente, não lhe dá a devida atenção, pensa apenas em si e acaba oferecendo aquilo que ele acredita ser o melhor para o cliente, baseado em seus próprios gostos e não nos sinais demonstrados pelo comprador ao longo do atendimento.

6 –Falta de preparo

Este sexto erro é muito comum e extremamente frustrante para o cliente.

O comprador, na maioria das vezes, procura pelo Corretor de Imóveis com a perspectiva de informações bem detalhadas, capazes de lhe dar segurança para fechar o negócio.

Não ter as dúvidas sanadas é um dos grandes motivos para a não concretização da venda.

7 – Vender características ao invés de benefícios

É fundamental estar preparado e conhecer profundamente o produto ou o serviço que está em negociação, pois o cliente está interessado nos benefícios que determinada compra proporcionará a ele.

E só quem está preparado é capaz de ir além das características técnicas.

Não apenas sanando as dúvidas do cliente, mas expandindo a experiência de compra, vendendo valores, benefícios, bem estar, segurança, etc.

O Corretor de Imóveis tem que ter o domínio desse processo de vendas, sabendo envolver o cliente ao responder a todas as dúvidas, objeções e não fugindo dos pontos críticos.

8 – Pensar que está fazendo um favor para o cliente

O Corretor ou Corretora de Imóveis deve ter em mente que a venda envolve um relacionamento mútuo.

Tanto cliente quanto vendedor visam estabelecer uma relação de troca, portanto não há nenhuma relação de favor.

9 – Reduzir o desejo de compra do cliente a um simples produto

O cliente está em busca de algo que vai além de uma transação financeira e o Corretor de Imóveis precisa ter a sensibilidade para perceber esse envolvimento, pois há diversos tipos de motivações para essa compra.

Pode ser, por exemplo, a realização de um sonho, uma necessidade, um sentimento, uma lembrança, entre outros.

Portanto, não há como reduzir esse desejo de compra do cliente a simples produto.

O Corretor de Imóveis nesse momento deve buscar o equilíbrio, a paciência, a humildade e a sabedoria para lidar com as diferentes demandas dos clientes.

10 – O profissional que está Corretor de Imóveis

Mais comum do que desejamos, esta é a situação em que o profissional está Corretor de Imóveis apenas porque foi a oportunidade que o mercado lhe ofereceu no momento, mas não é apaixonado pelo que faz e não está preocupado em construir uma carreira na corretagem.

Sendo assim, não há um engajamento, não há envolvimento com o processo de venda, nem o entendimento sobre a importância do relacionamento com os clientes.

Sempre digo que relacionamentos são negócios disfarçados e que a venda é consequência da criação de uma sintonia com o cliente na perspectiva do entendimento das motivações de compra e da satisfação desse comprador.

E só é capaz de entender isso quem abraça a profissão de Corretor de Imóveis, não aquele que está corretor como uma profissão de passagem. Pense nisso!

Corretor de Imóveis é um Vendedor Especializado!

Coloque-se no lugar do cliente e analise com cuidado esses erros que são mortais para qualquer venda, independente do seu segmento de atuação.

Você, no papel de cliente, se sentiria confortável nessas situações e, principalmente, compraria o produto ou serviço de corretores que praticam esses erros?

Compartilhe conosco sua experiência.

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Texto base: Administradores.com